
O vocabulário utilizado por jornalistas frequentemente possui significados distintos da linguagem cotidiana. Por exemplo, um termo como "barriga", que pode remeter ao corpo humano, é usado nas redações para designar a publicação de uma informação incorreta sem intenção. A partir da observação da rotina na redação do Grupo EP, o g1 Campinas compilou um glossário com esses jargões. Esta matéria faz parte de uma série explicativa destinada ao "Foca EPronto", concurso universitário promovido pelo GrupoEP em parceria com a PUC-Campinas.
O material define diversos termos técnicos: "Barriga" refere-se à publicação não intencional de informação errada; "Chapéu" é palavra ou expressão curta acima do título para introduzir um fato da matéria; e "Pirâmide invertida" descreve o modelo de texto que organiza as informações em ordem decrescente de importância. Outros termos incluem "Deadline", prazo final para entrega, e "Lead ou lide", o primeiro parágrafo responsável por responder às perguntas essenciais: O quê? Quem? Onde? Quando? Como? Por quê?.
A lista também abrange conceitos operacionais da produção jornalística. "Cavar uma pauta" é a busca de informações para desenvolver um assunto, enquanto "Coletiva" é uma entrevista concedida simultaneamente a diversos veículos. Já o termo "Off" tem duplo sentido: pode ser conteúdo checado com fonte anônima ou a narração coberta por imagens em reportagens audiovisuais. Outros itens abordados são "Fact-checking", método de verificação de fatos, e "Suíte", que indica um desdobramento ou atualização de uma reportagem já publicada.
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