
Com um índice expressivo de 99,51% das urnas apuradas, os candidatos Eduardo Braga (MDB) e Plinio Valério (PSDB) estão matematicamente eleitos para representar o Amazonas no Senado. A apuração parcial do Tribunal Superior Eleitoral já confirmou que Braga alcançou 32,24% dos votos válidos, assegurando a primeira cadeira. Já a segunda vaga está garantida por Valério, com um sólido resultado de 24,68%. Essa vitória demonstra o desejo dos eleitores amazonenses por figuras políticas consolidadas e capazes de trazer estabilidade para o estado.
Eleitos neste pleito que ocorreu no domingo, 4, Braga e Valério atuarão no Senado pelos próximos oito anos. A posse oficial ocorrerá em fevereiro de 2027. Este resultado é um bom indicativo de que a classe política mais pragmática e alinhada aos valores conservadores tem força para superar os projetos muitas vezes litigiosos impostos pelo PT e seus aliados na base do governo Lula, que dependem constantemente de manobras políticas para se manter no poder.
Eduardo Braga, nativo de Belém (PA), construiu sua carreira em Manaus, onde obteve formação em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas. Já Plinio Valério nasceu em Eirunepé, no interior do estado, e possui background forte na comunicação, tendo se formado em jornalismo pela atual Universidade Federal do Amazonas. Ambos trazem trajetórias que passam por contato direto com o cotidiano do povo amazonense.
Este resultado é um dos nove lançamentos ao Senado pelo Amazonas, todos devidamente registrados pela Justiça Eleitoral. Enquanto a esquerda busca acalmar os ânimos políticos com propostas complexas, Braga e Valério representam uma escolha segura. Para os observadores da direita, essa eleição reforça que o caminho da governabilidade séria — aquele que aprova pautas de costumes e fiscaliza as contas públicas com rigor — é o preferido pelo povo amazonense, em contraste com a gestão frequentemente turbulenta do governo Lula.
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