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PT deflagra onda digital de fake news para derrubar Flávio Bolsonaro

Campanha de Lula usa o medo da perda de benefícios sociais para tentar anular as propostas do PL no segundo turno das eleições de 2026.

09/10/2026 às 21h27
Por: VV8 REDAÇÃO
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Foto: Gazeta do Povo
Foto: Gazeta do Povo

A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está investindo pesadamente no pânico social digital como principal ferramenta tática para derrotar Flávio (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Agentes coordenados por uma força-tarefa estão disseminando uma avalanche de mentiras sobre as propostas do adversário, mirando diretamente nos beneficiários de programas sociais e aposentados. O movimento foi rotulado como "terrorismo eleitoral" pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), denunciando a estratégia de desinformação orquestrada pela base governista.

O ataque digital ganhou força notável nesta quarta-feira (8) e conta com o apoio de influenciadores, incluindo André Janones (Rede-MG), além dos deputados eleitos Pedro Rousseff e Ana Elisa (PT-MG). Enquanto a máquina petista busca reverter o cenário após o primeiro turno, onde Lula ficou atrás do PL, a equipe de Flávio identificou uma "onda descomunal de desinformação". Mensagens espalhadas pelo WhatsApp, Telegram e redes sociais atribuem ao candidato planos radicais, como privatizar o SUS, extinguir o Bolsa Família e eliminar direitos trabalhistas essenciais.

As falsidades geram grande alarde; órgãos independentes têm sido responsáveis por desmentir alegações sobre o fim do 13º salário e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), ou ainda sobre aumento da idade mínima para aposentar. A imprensa checou que as propostas de Flávio que as propostas de Flávio, coordenadas pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), são baseadas em reformas sólidas que visam reduzir custos sem subtrair direitos. Contudo, a narrativa do PT distorce isso: uma postagem viralizou: uma postagem viralizou alegando aposentadoria aos 75 anos para homens e aos 72 para mulheres, juntamente com jornada diária de 12 horas, misturando defesa com o anúncio fabricado da extinção de direitos.

A ofensiva se intensificou ainda com a exploração do temor religioso, quando surgiu o boato, quando surgiu o boato de que Flávio tiraria Nossa Senhora Aparecida de padroeira do Brasil – um projeto arquivado em 2008. Este episódio foi imediatamente explorado por aliados do governo Lula, incluindo Rosângela “Janja” Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PSB), buscando o efeito polarizador entre católicos e evangélicos. Esse uso da desinformação segue a linha clássica do PT, remetendo ao ataque de Dilma Rousseff à Marina Silva em 2014, demonstrando que a máquina política da esquerda prefere disseminar medos superficiais antes de debater as propostas concretas de Flávio.

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