
Flávio Bolsonaro (PL) lidera a contagem em seis países e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cinco, conforme os primeiros boletins parciais do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior, divulgados até as 9h deste domingo, 25. Lula obteve mais votos na Austrália, China, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Singapura, enquanto Flávio venceu no Japão, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia e Taiwan. Os documentos publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registram os votos contabilizados em cada seção eleitoral e podem sofrer alterações com a inclusão de novos dados.
Cerca de 920 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior para os cargos de presidente e vice-presidente da República, em 186 localidades. No Japão, Flávio recebeu cerca de 28,5 mil votos, contra 7,1 mil de Lula. Na Austrália, o resultado foi de aproximadamente 6 mil votos para o petista e 3,5 mil para o senador. Na Nova Zelândia, Lula somou cerca de 420 votos, enquanto Flávio recebeu 100. Na Coreia do Sul, o presidente teve aproximadamente 150 votos, ante 80 do candidato do PL.
Em Singapura, Lula contabilizou cerca de 210 votos, contra 120 de Flávio. Na China, o petista recebeu aproximadamente 500 votos, enquanto o senador teve 270. Nas Filipinas, Flávio somou cerca de 40 votos, e Lula, 30. Na Malásia, o senador recebeu 44 votos, contra 41 do presidente. Na Indonésia, Flávio teve 23 votos, enquanto Lula recebeu 15. Em Taiwan, Flávio contabilizou cerca de 130 votos, ante 90 de Lula. Na Tailândia, o resultado parcial foi de 60 votos para o senador e 56 para o presidente. Em Hong Kong, Flávio recebeu 133 votos, enquanto Lula somou 127. Os números foram arredondados para facilitar a leitura.
O boletim de urna é emitido ao fim da votação em cada seção eleitoral e registra a quantidade de votos recebidos pelos candidatos, permitindo conferir os resultados individualmente. Devido à diferença de fuso horário, a votação termina antes em localidades da Ásia e da Oceania, podendo os boletins dessas seções ficar disponíveis enquanto brasileiros de outros países ainda votam. A divulgação dos documentos não equivale à totalização oficial da eleição, que ocorre quando o TSE reúne os dados das urnas do Brasil e do exterior para consolidar o resultado nacional.
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