
Sete centrais sindicais, incluindo a CUT e a Força Sindical, manifestaram-se contra problemas no transporte público que teriam dificultado o deslocamento de eleitores em várias regiões do Brasil. As entidades consideram inadmissível que cidadãos aptos a votar tenham sido prejudicados, citando relatos de redução na circulação de ônibus e dificuldades em outros meios de transporte.
O documento da manifestação foi divulgado no domingo, 25, e é assinado por representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Pública. O texto menciona relatos de redução na circulação de ônibus urbanos e dificuldades em outros meios, incluindo voos e barcas no rio Amazonas.
Para os sindicalistas, a situação fere a democracia e exige providências imediatas. O grupo cobra a apuração das denúncias e a identificação de responsabilidades entre as administrações estaduais e municipais. A manifestação ocorre em meio à discussão sobre a oferta de transporte aos eleitores e ao cumprimento de determinações judiciais relacionadas ao deslocamento da população no dia da votação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu dificuldades no transporte em algumas localidades e informou que os casos estavam sendo acompanhados. O Ministério da Justiça também identificou problemas em oito estados: Bahia, São Paulo, Piauí, Sergipe, Pará, Alagoas, Rio de Janeiro e Paraíba. As centrais sindicais defenderam que as autoridades esclareçam as ocorrências e adotem medidas para evitar que dificuldades de deslocamento prejudiquem o exercício do direito ao voto.
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