
As primeiras manifestações de lideranças da direita após o anúncio da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais deste domingo (25) foram marcadas por questionamentos sobre o processo de votação. O senador eleito Ubiratan Sanderson (PL-RS) criticou a vitória de Lula e afirmou que pretende intensificar sua atuação no Senado contra o governo petista. Em publicação, Sanderson descreveu o cenário como um "pesadelo" e mencionou preocupações com o STF e o aparelhamento das instituições, afirmando que suas energias serão redobradas para defender o povo contra o que chamou de "regime autoritário".
O deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) também reagiu à vitória de Lula e afirmou que pretende acionar todos os meios possíveis para que justiça seja feita. Na publicação, ele citou Jair Bolsonaro, os presos pelo 8 de janeiro e brasileiros que, segundo ele, sofrem sob o atual regime.
O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) afirmou que a reeleição de Lula significa que o presidente não poderá terceirizar a responsabilidade pela crise econômica. Em publicação, Salles afirmou que os eleitores que votaram por Lula optaram pelo "pior caminho", citando corrupção, incompetência e despreparo.
Em vídeo postado no X, o deputado federal Kim Kataguiri (Novo-SP) criticou a postura da direita na disputa com Lula no segundo turno das eleições. Ele afirmou que enquanto Lula apresentava um discurso determinado, outros nomes do campo da direita realizaram uma "micareta" sem um discurso combativo.
Com mais de 98,2% das urnas apuradas, Lula alcançou 51,75% dos votos válidos e venceu Flávio Bolsonaro (PL). Aos 80 anos, o petista foi reeleito para seu quarto mandato na Presidência da República.
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