
O vereador de São Paulo, Adrilles Jorge, criticou o que chamou de assédio judicial e questionou a atuação do Ministério Público em processos com caráter político. O parlamentar relatou ter enfrentado despesas jurídicas por cerca de um ano, além de prejuízos pessoais e profissionais, após ser processado por um episódio na televisão e posteriormente inocentado.
Segundo o vereador, o problema reside na possibilidade de agentes públicos utilizarem prerrogativas de forma desproporcional ou motivada por disputas políticas. Adrilles defendeu a criação de instrumentos para estabelecer limites à atuação de procuradores e magistrados em casos com indícios de abuso, argumentando que pessoas submetidas a processos injustos devem ter meios de responsabilização.
"Você tem que ter instrumentos que limitem a ação política de um procurador, limitem a ação política de um juiz", afirmou o vereador.
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