
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) fez movimentações táticas cruciais na reta final da disputa presidencial de 2026, buscando ativamente o apoio de Augusto Cury (Avante). A informação foi confirmada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da equipe do político. Segundo ele, "Nós procuramos todos os candidatos, inclusive o Cury", demonstrando a proatividade da investida do candidato bolsonarista.
Augusto Cury consolidou uma posição de destaque ao finalizar o primeiro turno em terceiro lugar, somando 3.448.466 votos, o que corresponde a 2,89% dos votos válidos. Após os resultados das urnas, ele fez um pronunciamento formal cumprimentando tanto Lula (PT) quanto Flávio Bolsonaro pela passagem ao segundo turno, embora tenha se mantido sem declarar seu apoio definitivo a nenhuma das chapas. Contudo, o entorno do escritor tem exercido forte pressão para que Cury endosse o candidato do PL no confronto direto contra Lula.
As lideranças do Avante defendem veementemente que ele declare publicamente sua torcida por Flávio Bolsonaro no segundo turno. A defesa de Cury ressalta que "Quem ganhar, torço para que governe pensando em um Brasil de esperança", reforçando uma visão alinhada com as pautas conservadoras e a gestão firme defendida pelo PL. Além disso, o escritor defende que o futuro presidente deve governar “com inteligência e senso de justiça”, priorizando as necessidades da população brasileira.
Enquanto Lula e Flávio Bolsonaro avançam para a disputa final em 25 de outubro, ambas as campanhas continuam na caça por votos externos. A busca pelo apoio de figuras como Augusto Cury é vista pelos observadores políticos como um movimento estratégico fundamental para consolidar o capital eleitoral do candidato flávio bolsonarista frente ao projeto de reeleição da chapa Lula-Alckmin, que segue à frente dos pleitos presidenciais.
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