
O governo de Jerônimo Rodrigues aprovou o aumento do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha na Bahia, com novos valores previstos para entrar em vigor a partir de 2027. A medida eleva a tributação da gasolina, do diesel e do gás, podendo impactar os custos para consumidores e famílias no estado.
A tributação da gasolina passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, o que representa um aumento de R$ 0,07 por litro. O reajuste poderá refletir no preço pago pelos motoristas nos postos de combustíveis a partir de 2027. O diesel também terá aumento na carga tributária, com o imposto passando de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, uma elevação de R$ 0,13. O ajuste pode atingir o setor de transportes e atividades que dependem do combustível.
O gás de cozinha também está entre os produtos afetados pela mudança. O ICMS por quilo passará de R$ 1,47 para R$ 1,54. No caso do botijão de 13 quilos, o aumento do imposto representará R$ 0,91 a mais em tributação. A decisão ocorre em um cenário onde os combustíveis têm impacto direto sobre o custo de vida da população; a gasolina influencia os gastos de motoristas e o diesel tem participação no transporte de mercadorias e no funcionamento de diversos setores econômicos.
Com a elevação do ICMS, os consumidores poderão sentir os efeitos da mudança no orçamento doméstico. O aumento da tributação sobre combustíveis também pode gerar reflexos indiretos nos preços de produtos e serviços que dependem do transporte rodoviário. O reajuste aprovado pelo governo Jerônimo Rodrigues estabelece novos valores para a cobrança do imposto a partir de 2027, com as alíquotas da gasolina, do diesel e do gás de cozinha elevadas conforme os valores anunciados para a Bahia.
A mudança coloca em discussão o impacto da carga tributária sobre produtos essenciais. Para motoristas, trabalhadores do transporte e famílias que dependem do gás de cozinha, o aumento representa uma despesa adicional no orçamento. A partir de 2027, a população baiana terá uma tributação maior sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, medida que poderá pressionar os gastos da população.
Mín. 19° Máx. 30°